por Fiódor Dostoiévski
Em uma São Petersburgo opressiva, um ex-estudante empobrecido arquiteta um crime que acredita ser justificado pela razão. O que segue é uma das mais longas hesitações morais já escritas.
Em uma São Petersburgo opressiva, um ex-estudante empobrecido arquiteta um crime que acredita ser justificado pela razão. O que segue é uma das mais longas hesitações morais já escritas.